O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodesenvolvimental que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento. De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), o TEA é classificado em três níveis de suporte, que indicam a intensidade de apoio necessária para cada indivíduo:

Nível 1 (Autismo Leve): Indivíduos que necessitam de pouco suporte. Podem apresentar dificuldades em situações sociais e comportamentos restritivos e repetitivos, mas geralmente mantêm uma comunicação funcional. UNIMEDLONDRINA.COM.BR

Nível 2 (Autismo Moderado): Indivíduos que requerem suporte substancial. Apresentam déficits mais pronunciados na comunicação social e comportamentos repetitivos que interferem no funcionamento diário. DEPUTADOALISSON.COM.BR

Nível 3 (Autismo Severo): Indivíduos que necessitam de suporte muito substancial. Possuem déficits graves na comunicação social e comportamentos repetitivos que afetam significativamente a vida diária. DEPUTADOALISSON.COM.BR

Estudos recentes indicam que a prevalência do TEA tem aumentado. Dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos mostram que, em 2020, 1 em cada 36 crianças de 8 anos foi identificada com TEA. AUTISMOEREALIDADE.ORG.BR

Na Associação Oásis, onde oferecemos aulas de dança, música, artes marciais e esportes, é fundamental que nossos professores compreendam essas classificações para adaptar suas metodologias de ensino. Por exemplo, para alunos no Nível 1, estratégias que incentivem a interação social e a flexibilidade comportamental podem ser eficazes. Já para aqueles nos Níveis 2 e 3, pode ser necessário um suporte mais intensivo, com instruções claras, uso de comunicação visual e ambientes estruturados para minimizar sobrecargas sensoriais.

Além disso, pesquisas recentes têm aprofundado nosso entendimento sobre o TEA. Descobertas genéticas apontam para a importância de fatores hereditários e ambientais no desenvolvimento do autismo, abrindo novas perspectivas para intervenções futuras. ELPAIS.COM

Para aprimorar ainda mais nossa preparação, tivemos um treinamento com a psicóloga especialista Daniele da clínica “Florescer”, que desmistificou diversas questões sobre o autismo para nossa equipe. Esse aprendizado tem sido fundamental para que possamos criar um ambiente mais acolhedor e adaptado às necessidades das crianças no espectro.

Ao estarmos atualizados com essas informações e compreendermos as necessidades específicas de cada aluno, nossos professores na Oásis estão mais preparados para oferecer um ensino inclusivo e eficaz, promovendo o desenvolvimento pleno de todas as crianças no espectro autista.